Petrobras estuda construção de nova unidade no Paraná

O diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, disse ao governador Beto Richa nesta segunda-feira (28) que a companhia estuda construir no Paraná uma unidade de calcinação de coque verde de petróleo, derivado utilizado como insumo por indústrias siderúrgicas, cimenteiras e termelétricas, entre outras.

A empresa analisa ainda a possibilidade de fornecer para a indústria petroquímica o gás propeno que será produzido pela Refinaria Presidente Vargas (Repar), de Araucária. A unidade está em fase de ampliação e modernização, com investimento de 4,5 bilhões de dólares, até 2014. Paulo Roberto Costa pediu também ao governador Beto Richa que o governo trabalhe junto ao empresariado brasileiro e estrangeiro para atrair ao estado novas unidades para a construção de plataformas e módulos de plataformas, navios, supply boats e outros equipamentos.

 Na região de Pontal do Sul, em Pontal do Paraná, no litoral do Estado, existe uma área que foi utilizada no passado na construção de jaquetas para plataformas. “Acho que o governo do Paraná tem tudo para incentivar e viabilizar a vinda de muitos empresários para construção desse tipo de unidade de apoio para a exploração do petróleo do pré-sal, que representa um potencial gigantesco”, disse Paulo Roberto Costa. O governador disse que foi informado pela Techint Engenharia e Construção que a empresa irá construir duas plataformas fixas de petróleo em Pontal do Paraná, para instalar no Rio de Janeiro. O projeto abrirá 2 mil empregos diretos e 6 mil indiretos no litoral.

Richa também falou sobre o recém-lançado programa Paraná Competitivo, que prevê incentivos fiscais para empresas que estejam dispostas a investir em novas plantas ou na ampliação de seus parques industriais no estado. De acordo com o governador, a política de atração de investimentos contempla ainda investimentos na melhoria da infraestrutura paranaense e na capacitação e qualificação de mão de obra. “O Paraná ficou parado por muito tempo. Agora estamos retomando a trajetória de atração de investimentos produtivos. Para isso vamos apoiar as iniciativas das empresas locais que queiram expandir as atividades e atrair novos investimentos”, afirmou o governador.

Para Costa, o encontro foi muito positivo. “A receptividade do governador foi excelente, por isso acredito na possibilidade de formar uma parceria muito forte e produtiva entre a Petrobras e o governo do Estado”, disse ele. “Essa parceria poderá viabilizar uma série de ganhos importantes para o povo do Paraná.” A Repar é a unidade da Petrobras que está recebendo o maior investimento entre todas as refinarias da estatal no País. O investimento de 4,5 bilhões de dólares envolve obras de reforma e ampliação das unidades de tratamento de diesel e de gasolina, geração de vapor e coqueamento retardado, entre outras. Em decorrência dessa modernização, 22 mil trabalhadores contratados estão no canteiro de obras, em Araucária.

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Programa Minha Casa Minha Vida será atingido pelo corte

Programa Minha Casa Minha Vida será atingido pelo corte Apesar do discurso da presidente Dilma, mãe do programa Minha Casa Minha Vida, que o corte orçamentário não atingiria o programa, a ministra do planejamento Miriam Belchior confirmou nesta segunda-feira (28) que o governo bloqueou R$ 5,1 bilhões do orçamento do programa. A dotação orçamentária de R$ 12,7 bilhões, para todo ano de 2011, foi reduzida para R$ 7,6 bihões, um recuo de 40%.

Utilidade Pública – cartório online

Quem quiser tirar uma cópia da certidão de nascimento, ou de casamento, não precisa mais ir até um cartório, pegar senha e esperar um tempão na fila. O cartório eletrônico, já está no ar! http://www.cartorio24horas.com.br. Nele você resolve essas (e outras) burocracias,24 horas por dia,on-line.Cópias de certidões de óbitos, imóveis, e protestos também podem ser solicitados pela internet. Para pagar é preciso imprimir um boleto bancário.Depois,o documento chega por Sedex

Acusado de matar psicóloga vai a júri popular

O homem acusado de matar a psicóloga Telma Fontoura, em julho do ano passado no balneário de Shangri-lá, vai a júri popular. A sentença foi divulgada no último dia 25 de fevereiro, pelo Ministério Público. Segundo a promotora Carolina Dias Aidar de Oliveira, há provas e fatos concretos que confirmam a decisão do júri. Apesar da decisão, o acusado, Paulo Estevão de Lima, ainda pode recorrer da decisão. Telma Fontoura foi encontrada morta no dia 11 de julho do ano passado, asfixiada e enterrada na areia da praia. O acusado está preso na cadeia pública de Pontal, e teve negado o direito de recorrer em liberdade.

TECHINT INVESTIRA R$ 300 MILHOES EM PONTAL DO PARANA

A Techint tem projetos audaciosos para seu estaleiro em Pontal do Paraná. A intenção da multinacional italiana é investir cerca de R$ 300 milhões nos próximos três anos para transformar a área na Unidade Offshore Tequint (UOT), capaz de construir plataformas fixas e permitir a atracação de navios FPSO – tipo de plataforma flutuante capaz de extrair, processar e armazenar petróleo. Para isso, também serão construídos 300 metros de cais na área do estaleiro.

A primeira etapa do projeto prevê o investimento de R$ 150 milhões nos dois primeiros anos, a partir do recebimento da licença ambiental de instalação. Em seguida, outros R$ 150 milhões serão aplicados em mais um ano de obras para finalizar o projeto. Concluída, a unidade deve gerar 3 mil empregos diretos e 2 mil indiretos, nas contas da Techint.

“Já conseguimos a licença provisória e estamos aguardando que a licença de instalação seja fornecida pelo IAP [Instituto Ambiental do Paraná] para começar as obras. É fundamental que isso ocorra, pois a partir de abril queremos executar esse empreendimento”, aponta o diretor-geral da Techint, Ricardo Ourique. “O projeto será um marco para o Paraná”, complementa. A empresa já solicitou audiência com o governador Beto Richa para apresentar detalhes da UOT.

A Techint possui o estaleiro há mais de 30 anos. A última vez que ele esteve ativo foi entre 2005 e 2006, quando a empresa entregou à Petrobras uma “jaqueta” (estrutura de sustentação de plataformas) de 6,3 mil toneladas. Na ocasião, a operação empregou aproximadamente 1,5 mil pessoas

SUBSEA 7 EM PONTAL DO PARANA

A Subsea conseguiu que o Instituto Ambiental do Paraná IAP) concedesse o licenciamento no final do governo Pessuti. Isto aconteceu no dia 22 de dezembro, depois que o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais) considerou que a autorização deveria ser feito pelo Estado.

Impactos

O procurador da República Alessandro José Fernandes de Oliveira, de Paranaguá, queria que o pedido de licenciamento fosse analisado por órgão federal em razão da presença dos guaranis, da fragilidade do ecossistema local e do fato de o empreendimento estar em águas da União.

A empresa explica que irá utilizar apenas 3% da área de 2,6 mil hectares entre os rios Maciel e Guaraguaçu que adquiriu. Os 97% restantes seriam preservados, “com monitoramento por profissionais especializados”.

Receita

Mas os principais argumentos são econômicos. Segundo a empresa, serão investidos R$ 10 milhões e gerados 600 empregos diretos. O jornalista Zé Beto, do “Jornale” (http://jornale.com.br/zebeto) informa que só em ISS (Imposto Sobre Serviços) prometem uma receita de R$ 3,8 milhões por mês. Em ICMS a estimativa é de uma receita de R$ 10,8 milhões. Se os valores forem confirmados, Pontal do Paraná terá um acréscimo de mais de 20% em sua arrecadação.

TECHINT EM PONTAL DO PARANA

Os planos da multinacional italiana Techint de transformar seu estaleiro em Pontal do Paraná, no litoral paranaense, em uma grande unidade industrial terão início ainda neste ano. A empresa foi contratada pela OSX Brasil S/A, empresa do magnata Eike Batista, para construir duas “ja­quetas”, estruturas de sustentação de plataformas fixas (Wellhead Platforms – WHPs), WHP-1 e WHP-2.

As peças terão 140 metros de altura e serão utilizadas na produção de óleo e gás na Bacia de Cam­pos, no Rio de Janeiro. As empresas não revelaram o valor do investimento no projeto. O contrato ainda está em fase de planejamento. Segundo o comunicado emitido pela OSX Brasil S/A, as empresas assinaram uma carta de intenções para elaboração do projeto de engenharia, produção e montagem das plataformas. A previsão é que a operação no litoral do Paraná comece até o fim do ano e seja concluída apenas em 2013. Antes, será desenvolvido o projeto de engenharia no escritório da empresa italiana no Rio de Janeiro.

De acordo com o gerente de desenvolvimento de negócios da área offshore da Techint no Brasil, Luis Guilherme de Sá, a construção deve gerar mais de 2 mil empregos diretos e cerca de 4 mil indiretos. “A nossa intenção é maximizar o uso de mão de obra do estado. Inclusive teremos um programa de capacitação”, explica o executivo.

A Techint possui o estaleiro há mais de 30 anos, mas a última vez que a empresa utilizou o local foi entre 2005 e 2006, quando entregou à Petrobras uma “jaqueta” de 6,3 mil toneladas. Na ocasião, a operação empregou aproximadamente 1,5 mil pessoas.

No início do ano, o diretor-geral da Techint, Ricardo Ouri­que, revelou que a empresa planeja investir cerca de R$ 300 mi­­lhões nos próximos três anos para transformar a área na Uni­­dade Offshore Techint (UOT), capaz de construir plataformas fixas e permitir a atracação de navios FPSO – tipo de plataforma flutuante capaz de extrair, processar e armazenar petróleo. Também está programada a construção de 300 metros de cais na área do estaleiro.

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