COMISSÃO PROVISÓRIA DO PSDB

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MUNICIPAL – PONTAL DO PARANÁ / PR

PARTIDO DA SOCIAL DEMOCRACIA BRASILEIRA – PSDB – 45

Comissão Provisória

 

Dados da Composição

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Início da vigência 19/09/2011 Fim da vigência indeterminado       Vigente
Data da Constituição           Anotado Data de Dissolução –>
Nº do Protocolo 1246722011 Data do Protocolo 28/09/2011 Data da decisão/despacho 29/09/2011  

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Alternar bloco 3
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Exibir bloco 2 (animação)

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Endereço
Logradouro AV. LONDRINA, S/N
Bairro SHANGRI-LÁ CEP 83.255-000
Telefones 41 96322226 Fax 41 34201217
E-mail   Munícipio PONTAL DO PARANÁ
Site      

 

Certidão da Composição
Membros

  Nome Cargo Situação
JOÃO CARLOS TAVARES MEMBRO ATIVO
JOSÉ INÁCIO BRUSCO TESOUREIRO ATIVO
LUIZ CARLOS KREZINSKI SECRETARIO ATIVO
LUZIA DE AZEVEDO MEMBRO ATIVO
MANOEL CARDOSO ALVES MEMBRO ATIVO
MARCELO ELIAS ROQUE PRESIDENTE ATIVO
OZIR ALVES DE ABREU MEMBRO ATIVO
Quantidade de Membros: 7

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Emitir Certidão da Composição

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CIDADE SEM MÉDICO

Infelizmente tem se tornado rotina não ter médicos no pronto atendimento “24 horas ” em Pontal do Paraná.

Quem precisou de atendimento de emergencia teve que se deslocar até Matinhos ou á Paranaguá.

Enquanto isso, consta da  folha de pagamento da prefeitura que 20 médicos recebem  sálarios para atender a população.

È  inadimíssivel que essa situação persista. Nada justifica esse descaso com a saúde.

Já estou cansado de denunciar e nenhuma providencia ser adotada, é o governo municipal  ignorando as necessidades básicas do povo.

Não escuta, não da atenção a população. A única preocupação e projeto da atual administração é fazer o sucessor. Que se dane o resto.

Haja insensibilidade….. e o prefeito é médico.

Comentário de um morador nativo :  “Sr Nelson, no ano que vem, quando eu for dar um espirro, vai ter no mínimo duas pessoas segurando lenço pra mim”.

SUBSEA 7 EM PONTAL DO PARANÁ : DILEMA DA LICENÇA AMBIENTAL CONTINUA

O secretário de Estado de Indústria e Comércio, Ricardo Barros, quer que a Procuradoria-Geral do Estado (PGE) intervenha no imbróglio sobre o licenciamento ambiental das operações da Subsea 7 em Pontal do Paraná. O Ministério Público Federal (MPF) move, na Justiça Federal, uma ação pedindo que o licenciamento seja conduzido pelo Ibama, um órgão federal, e não pelo Instituto Ambiental do Paraná (IAP). Se a licença de instalação da Subsea 7 não sair até o fim do ano, a empresa tende a desistir de um investimento de R$ 100 milhões em Pontal.

“No início do caso, a PGE entendeu que o departamento jurídico do IAP poderia conduzir o caso. Mas, diante da posição do órgão [o IAP] em querer esperar o fim da demanda judicial para agir, a PGE deve ser acionada para avaliar melhor os riscos do estado na questão e intervir, dando, talvez, até um parecer que recomende a continuidade do processo pelo IAP”, diz o secretário.

Mas o procurador-geral do estado, Julio Zem, acredita que, por ora, não há razão para a PGE intervir. “A questão da competência do licenciamento já está em juízo e espera por uma decisão”, diz. Segundo ele, na segunda ação que o MPF move contra Subsea 7, IAP e o município de Pontal – que pede a não instalação da empresa e a anulação das licenças parciais dadas até agora – a PGE só participaria a pedido do MPF ou ainda diante de alguma irregularidade demonstrada do IAP.

PONTAL DO PRÉ-SAL

À espera da conclusão do Zoneamento Ecológico Econô­mico (ZEE) do litoral e da aprovação do Plano Diretor de Pontal do Paraná pela última instância da região – o Conselho de Desen­volvimento Territorial do Litoral Paranaense (Colit) –, o programa Pontal do Pré-Sal demora a deslanchar. O programa foi lançado ainda inacabado em abril e, desde então, poucos detalhes vieram a público.

Sem a definição do que é área de preservação, área industrial e perímetro urbano em Pontal do Paraná, o governo estadual não tem como ceder terrenos nem definir em que áreas empresas do setor naval e exploração marítima poderão se instalar, entre outras ações. Em uma região que é um mosaico de unidades de preservação ambiental, o assunto é polêmico.

o Plano Diretor de Pontal do Paraná pela última instância da região – o Conselho de Desen­volvimento Territorial do Litoral Paranaense (Colit) –, o programa Pontal do Pré-Sal demora a deslanchar. O programa foi lançado ainda inacabado em abril e, desde então, poucos detalhes vieram a público.

A pressa para trazer empresas ao litoral vem fazendo o município de Pontal do Paraná atropelar as instâncias estaduais de discussão urbana. Em 2007, no mesmo ano em que a norueguesa Subsea 7 comprou um terreno para instalar sua unidade de solda e revestimento de dutos de exploração marítima, a Câmara Municipal aprovou o Plano Diretor do município e seu zoneamento, como forma de pressionar a discussão pelo Colit, que se arrasta desde 2004. Mais: em 2009, o Decreto Municipal 3.319 definiu a área entre os rios Maciel e Gua­­raguaçu, até a costa – onde fica o terreno da Subsea 7 –, como zona especial de desenvolvimento sustentável de atividades industriais não

“Nós estamos empenhados em definir as áreas industriais para vermos quantas empresas poderão, efetivamente, se instalar. Para isso, temos de vencer não só questões ambientais, mas também fundiárias”, diz o secretário de Estado de Indústria e Comércio, Ricardo Barros. Ele reconhece que o Paraná está atrasado em seus planos de participar – como fornecedor de peças e equipamentos – da exploração do pré-sal. “As empresas já estão perdendo prazos dos contratos da Petrobras para trabalhar aqui no Paraná. Temos o privilégio de ter um litoral com uma área abrigada e de boa profundidade, e não podemos deixar de aproveitá-la, trazendo empregos e tecnologia.”