EXPLICAÇÃO PARA O INEXPLICADO

Há semanas atrás os moradores e comerciantes do Balneário Santa Terezinha reuniram-se  com o prefeito onde ficou acertado que as obras do calcadão não seriam inicidas agora , porque doravante  o fluxo de veranistas aumenta consideralmente, proprocionando um aquecimento das vendas do comércio e também corria  o risco de  nao ficarem concluidas até final do ano.

Quem esperou essas obras por 7 anos, nao custa nada esperar mais seis meses.

SEM EXPLICAÇÃO

Entretanto para surpresa de todos, nessa semana as obras se inciaram, o acordo não foi cumprido pelo prefeito.

Os comerciantes estão indignados com a atitude do prefeito e com o prejuízo que já  estão sofrendo com a interdição da Avenida com  as obras justamente no incio da pré temporada.

A EXPLICAÇÃO

Mas a única explicação encontrada para essa obra ser executada com tanta urgencia, pode ser justicada nas fotos abaixo:

O material público que esta sendo retirado da avenida esta sendo colocado para aterrar um terreno particular. ISSO É CRIME

Deduz que a prioridade era aterrar esse terreno em detrimento da vontade popular.

Vou averiguar quem é o feliz proprietario desse terreno.

Abaixo-assinado Liberação de Licenças para as empresas de Pontal do Paraná

Para:Ministerio Publico

 

Abaixo-assinado Liberação de Licenças para as empresas de Pontal do Paraná Para:Ministerio Publico

O litoral paranaense já foi abandonado por varias décadas e agora com a possibilidade da reativação dos trabalhos da Techint e da instalação da subsea7, a população começou a sonhar novamente. Porem, neste dia 24 de outubro os nossos sonhos foram todos desfeitos pelo Ministério Publico Federal e Ministério Publico –PR , através dos promotores Sergio Luiz Cordoni , Alexandre Gaio e o procurador Federal Alessandro José Fernandes de Oliveira, que moveram ação, a qual foi amplamente divulgada pelos meios de comunicação, contra a instalação da Italiana Techint no Balneário de Pontal do Sul.

 O IAP do Paraná já havia liberado as licenças ambientais para o inicio das obras, pautando sua decisão com certeza na lei e no interesse da coletividade, tanto que a empresa Techint havia formalizado contato com o sistema FIEP para o treinamento e capacitação da Mao de obra, que seriam a principio 120 vagas para Pontal do Paraná, 70 para Matinhos e 70 para Paranaguá e com a certeza da abertura de aproximadamente 3.000 vagas diretas, sem citar os empregos indiretos que virão com o empreendimento, o comercio local estaria aquecido e se desenvolveria, ampliando ainda mais o potencial empregatício do litoral.

 Uma ação semelhante foi impetrada contra a empresa norueguesa Subsea 7, pelos mesmos senhores, afastando a empresa do litoral paranaense e que por esse motivo acabou se dirigindo para outros estados, onde não encontram tanta resistência, como por exemplo nosso estado vizinho Santa Catarina. DÁ-SE A NÍTIDA IMPRESSÃO QUE OS SENHORES ACIMA CITADOS NUNCA CONVIVERAM MAIS QUE TRINTA DIAS, PROVAVELMENTE JANEIRO, EM NOSSO MUNICÍPIO O litoral paranaense não é alheio a preservação ambiental, porém acredita que pode- se conduzir um desenvolvimento sustentável, onde as necessidades da natureza e do ser humano, possam conviver de forma satisfatória, dessa forma proporcionando condições mais dignas de vida ao homem e que essas são conseguidas através do trabalho racional, unindo meio ambiente e boas ações da coletividade humana.

 Os Pontalenses sentem-se discriminados, já que a lei é igual a todos, com os mesmos direitos e deveres. Surgem então indagações e questionamentos referentes a aplicação destas normas de forma tão rígidas e qual o real interesse… Porque o litoral do Paraná não tem a possibilidade de se desenvolver, fazendo com que a maioria da população passe por dificuldades financeiras quase o ano todo, pois o turismo que gera renda dura apenas em média 30 dias. O MP deveria ouvir a voz da população e buscar defender a melhoria de vida dessa gente, que gostaria de também poder oferecer condições dignas de vida a suas famílias.

 Pedimos a todos que assinem este abaixo assinado, pedindo que sejamos ouvidos pelo Ministério Publico que análise e que libere com urgência as Empresas para que possam se estabelecer definitivamente em Pontal do Paraná. Todos por uma Pontal Melhor.

 Os signatários

  clique no site e assine :

http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2011N15821

AGENTE DE SAÚDE PEDE SOCORRO

  • Sr. Nelson, gostaria que o lesse e publicase o email que mandei para a secretaria de saude do estado, solicitando ajuda quanto a melhores condições de trabalho as agentes comunitarias de saude.

  •  

  • socorro as agentes comunitarias de saúde‏

 
 
Para Ouvisesa
 
De: rosiane zane (rosiane_basilio@hotmail.com)
Enviada: sexta-feira, 19 de agosto de 2011 20:00:13
Para: Ouvisesa (ouvisesa@pr.gov.br)
 
 
 
Sou agente comunitaria de saúde aqui em pontal do paraná, já enviei outros email e já fui atendida. Agora gostaria de pedir socorro a voces, por causa das pessimas condições de trabalho por qual estamos passando. Sabemos que essas verbas para comprar protetor solar, uniformes, fazer manutenção nas bicicletas, comprar carro para nosso PSF, vem mas nunca chegaram até nós. Pois nunca ganhamos protetor solar e aqui é litoral  faz muito calor e nunca fomos liberados de trabalhar mesmos nos dias mais quentes. Se quisermos nos proteger temos que comprar protetor do nosso bolso, mas como usamos mais de um frasco por mes e não sai barato, pois nosso salario é de R$596,00, então imagine se temos condições de comprar, é claro que não, pois muitas de nós somos chefes de familia, e se tirarmos um centavo que seja vai fazer falta para a alimentação de nossos filhos. Outras coisas que estáo dificultando nosso serviço, é a falta de medico do PSF, principalmente aqui na Unidade de Saúde de Ipanema, onde trabalho. Temos cobrança da população, mas não podemos fazer nada, pois isso não depende de nós e sim de nossos governantes. Ganhamos duas camisetas, mas já fazem uns quatro anos. Depois disso, nada mais. As bicicletas foram dadas tambem a quatro anos, mas até hoje nunca tiveram manutenção, somente a que fizemos com nosso dinheiro, que como já falei não é muito. Temos outra dificil situação que é batermos o ponto quatro vezes por dia. Parece ser muito simples, mas não é . Pois quem tem bicicleta em boas condições até conseguem, mas a grande maioria não. Aqui em Pontal do Paraná, temos muito agentes, com proplema de coluna inclusive fazendo fisioterapia e também senão pior entran do em depressão, pois a cobrança é muito grande. Pois nosso governante e nossa secretaria de saude infelizmente nunca estiveram preocupados com nossa saúde e nosso bem estar. Quanto ao ponto a dificuldade que encontramos é distancia de nossa micro-area até a unidade de saúde, que muitas vezes é muito grande o que é meu caso. Foi até mudado o lugar para eu e outras tres colegas batermos o ponto, que é a  Escola Primavera, mas para mim ainda continua longe, pois moro em Canoas, mais ou menos uns dois quilometros de distancia. Como batemos as quatro vezes por dia, sendo ás 07:00, 12:00,13:00 e 17:00, no caso do horario do almoço é o mais dificil, pois é apenas uma hora e levo 25 minutos para ir e 25 minutos vir, sendo 50 minutos só andando, pois estou sem bicicleta, pois a minha estragou de vez, tendo então somente 10 minutos para comer. Até pareceria normal se nosso serviço não fosse em campo ou seja andando o dia inteiro. Quando chega já na terça, ninguem mais aguenta. Eu tenho dores direto na coluna, tomo remedios para dor quase que diariamente e meu estomago, por causa de comer depressa e por causa da quantidade de remedios inclusive para depressão, estou tendo muita dor e não sou a unica. Tenho um processo contra o municipio o qual está em andamento, que partiu atraves das denuncias que fiz a esta Secretaria. Que eram por causa de tranferencia sem necessidade, para outra unidade, somente por causa de perseguição e ordens que estavam sendo dadas as quais não tinham nenhum cabibento, como catar lixo na rua. Recentemente o prefeito nos chamou fazendo uma reuniao, do qual so ficamos sabendo o motivo no começo da mesma. O motivo foi que ele queria que mudassemos a maneiria de prencher nosso relatorio de visita diaria, colocando somente a ordem da maneira que ele deu que era, colocar nome do paciente, endereço e numero de telefone, sem assinatura, a qual teremos que entregar todo mes para ele. O que já aconteceu. Em nosso entendimento ele quer usar isso em proveito proprio, ou seja, na proxima campanha, porque não consigo enchegar outro motivo que senão esse. Tambem fomos obrigado a fazer um questionario para a população, o qual constava perguntas sobre o que eles estavão achando da administração do prefeito e o que poderia ser melhorado. Isso para mim é serviço de cabo eleitoral. Muitas se negaram a fazer, inclusive eu, mas outras fizeram e entregaram, por medo de represalia. Então pesso ajuda a voces novamente, pois não estamos mais aguentando. Estamos no nosso limite, fisico, mental e emocional. Ainda existem algumas agentes comunitarias de saúde que fecham os olhos para tudo isso, mas sei que é por medo de reclamar e sofrer algum tipo de perseguição. São as agentes de Pontal do Sul e de Shangri-lá. Agradeço muito a atenção que já me deram, mas gostaria de contar com voces novamente pois não ninguem a quem recorrer. Obrigado. Meu telefone é (41)………….. Rosiane.
 
NOTA: por questões que todos nós conhecemos, exclui numero do telefone celular.

TECHINT ESCLARECE

Questionada na Justiça pelos Ministérios Públicos Federal e Estadual, a Techint Engenharia e Construção S/A vai responder que seguiu integralmente todas as normas legais aplicáveis no processo de licenciamento necessário para a reativação das atividades em seu canteiro de Pontal do Paraná. A ação civil pública questiona a validade da licença ambiental concedida pelo Instituto Ambiental do Paraná (IAP).

Em nota divulgada nesta quarta-feira, a Techint informou que está instalada na região há mais de 30 anos e “sempre desenvolveu suas atividades empresariais com absoluta observância da legislação em vigor e profundo respeito à comunidade e ao meio-ambiente”. Segundo a empresa, o cumprimento da legislação resultou na concessão das licenças pertinentes “de forma não apenas legal como ética”.

Segundo a Techint, “o licenciamento ambiental realizado pelo IAP analisou os impactos ambientais das atividades da companhia, a serem efetuadas em seu canteiro, e determinou medidas tanto de controle como de mitigação, estabelecendo um extenso plano de ações que vem sendo observado à risca pela empresa”. Segue a nota: “Essas atividades colaborarão para o desenvolvimento socioeconômico da região e é compromisso da nossa companhia que esse desenvolvimento ocorra não apenas de forma legal, mas acima de tudo, de forma ética e responsável”.

Por isso, quando for oficialmente informada a respeito das circunstâncias que levaram ao ajuizamento da ação, a Techint promete apresentar sua defesa em Juízo, “com a demonstração da atuação estritamente legal da empresa e do IAP no processo de licenciamento”. “Estamos convictos de que os fatos serão esclarecidos e prevalecerá o interesse maior da comunidade litorânea do Estado do Paraná”, finaliza a nota. 

INDICAÇÕES VEREADOR NELSON MADEMAR

Na sessão de hoje, 25 de outubro, apresentei duas importantes indicações:

1- Indiquei ao Sr prefeito municipal que forneça aos Agentes Comunários de Saúde, kit de trabalho contendo: 01 Bolsa de Lona, balança portátil, 3 camisetas, dois bonés, protetor solar, protetor labiale material de expediente, como caneta, lápis e borracha.

JUSTIFICATIVA:

O objetivo é garantir condições de trabalho nas visitas domiciliares e na avaliação das condicionalidades  previstas no Programa Bolsa Família, durante o trabalho de campo.

2 -Que seja providenciado com maior urgência possível a colocação de seguranças no pronto atendimento “24” horas de Praia de Leste.

JUSTIFICATIVA:

Vem acontecendo vários incidentes  colocando em risco os servidores que ali trabalham.

Culminando com a tentativa de roubo da ambulância ocorrida no útimo final de semana, assustando a médica que deixou de prestar plantão de domingo para segunda feira.

Aguardo atendimento do prefeito municipal.