SAÚDE PÚBLICA ……. CAOS SEM FIM

Fui “atendida”no dia  21 e fevereiro, as 13:31 hs., pelo Dr Alan, No Pronto Atedimento 24 horas de Praia de Leste, o médico me tratou com grosseria, olhou no meu ouvido (eu nem estava com dor de ouvidos) e me disse para eu tomar 2 Benzetacil 2.400 mais duas dipironas, ou que comprasse o medicamento que custava R$ 200,00 . Falei que estava com dor no abdomem, embaixo das costelas e mesmo assim ele não encostou as  mãos em mim.

Fui para casa e piorei, voltando ao Posto no outro dia, sendo atendida pelo Dr. Djalma, que me deu remédio para aliviar a dor e orientando a procurar um hospital com urgencia, então fui rapidamente para Hospital Angelina Caron, onde o médico de plantão me atendeu fazendo um internamneto de emergencia.

Fiz vários exames, inclusive ecografia de abdomem que mostrou que eu estava com vesícula biliar cheia de pedras, e as pedras migrando para os pancreas e para o fígado. Estou fazendo tratamento contra a inflamação .

Assim que a inflamação estiver controlada terei que me submeter a uma cirurgia para retirada da vesícula. Estou com a pele bastante amarelada, fiquei internada 3 dias recebendo tratamento antibiótico endovenoso.

A previsão é que continuo a tomar antibiótico por mais 10 dias  quando então farei a cirurgia.

Faço esse relato para que providencias sejam tomadas, para que fatos como esse não mais ocorram.

 

KELLY GRACE OKURA

MEC define piso de R$ 1.451 para professores em todo o Brasil

O Ministério da Educação (MEC) definiu em R$ 1.451 o valor do piso nacional do magistério para 2012, um aumento de 22,22% em relação a 2011. Conforme determina a lei que criou o piso, o reajuste foi calculado com base no crescimento do valor mínimo por aluno do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) no mesmo período.
 
A Lei do Piso determina que nenhum professor pode receber menos do que o valor determinado por uma jornada de 40 horas semanais. Questionada na Justiça por governadores, a legislação foi confirmada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no ano passado.
 
Entes federados argumentam que não têm recursos para pagar o valor estipulado pela lei. O dispositivo prevê que a União complemente o pagamento nesses casos, mas, desde 2008, nenhum estado ou município recebeu os recursos porque, segundo o MEC, não conseguiu comprovar a falta de verbas para esse fim.
 
Em 2011, o piso foi R$1.187 e em 2010, R$ 1.024. Em 2009, primeiro ano da vigência da lei, o piso era R$ 950. Alguns governos estaduais e municipais criticam o critério de reajuste e defendem que o valor deveria ser corrigido pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), como ocorre com outras carreiras.
 
Na Câmara dos Deputados, tramita um projeto de lei que pretende alterar o parâmetro de correção do piso para a variação da inflação. A proposta não prosperou no Senado, mas na Câmara recebeu parecer positivo da Comissão de Finanças e Tributação. A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) prepara uma paralisação nacional dos professores para os dias 14,15 e 16 de março com o objetivo de cobrar o cumprimento da Lei do Piso.
 
Fonte: Agência Brasil

DESABAFO II

Boa tarde Sr. Vereador Nelson Mademar.
 
Acompanhando a discussão/denúncias em seu blog sobre fatos que ocorreram e estão ocorrendo em Pontal do Paraná (em especial na SMED), tendo em vista que meu nome foi citado tanto na denúncia, como nos post, coloco-me a disposição para todo e qualquer esclarecimento, inclusive junto a Câmara, pois por entender que servidor omisso responde legalmente por seus atos de omissão ou comissitivos.
Apenas uma correção, meu nome é Tatiana e não Tatiane, de fato fui removida da SMED para a Biblioteca de Ipanema.
Motivos? Muitos, mas o estopim foi o assédio moral e ter visto muitas irregularidades, então como a colega bem disse “FUI PARA A GELADEIRA”, quarta-feira dia 29/02 vou pedir exoneração, por não concordar com irregularidades e não me submeter a Gestores Corruptos.
 
Atenciosamente
 
 
           Tatiana Ribas Kleinübing
                       

Secretária usa carro oficial para ir a salão em outra cidade

A secretária municipal de Saúde de Farol, na Região Centro-Oeste do estado, foi pega nesta quinta-feira usando um carro oficial da prefeitura para levá-la a um salão de beleza em Campo Mourão, a 30 quilômetros de distância. O caso foi descoberto porque um cidadão do município de Farol fez uma denúncia anônima, avisando que era necessário que o carro fosse devolvido para que fosse prestado socorro a um doente em estado grave.

A abordagem à secretária Fátima Renilda da Silva foi feita por policiais militares enquanto ela era atendida por uma manicure. Antes disso, o promotor de Justiça do Patrimônio Público em Campo Mourão, Marcos Porto Soares, que havia recebido a denúncia anônima, foi até o salão onde estava o carro e fez fotos da secretária e do veículo. O carro estava estacionado na avenida Comendador Norberto Marcondes, na região central da cidade.

Depois de os policiais fazerem a abordagem, o promotor de Justiça determinou que o veículo voltasse de imediato para Farol. A secretária obedeceu, deixou o salão e voltou dirigindo para a sua cidade. Marcos Soares disse à Gazeta do Povo que o Ministério Público vai oferecer denúncia contra a secretária pela prática de improbidade administrativa. De acordo com o artigo 312 do Código Penal, a punição, em caso de condenação, pode ser de reclusão de dois a doze anos e multa.

Outro lado

A Gazeta do Povo tentou ouvir Fátima Renilda por telefone sobre o assunto, mas a secretária não foi localizada. Em entrevista à RPCTV, a secretária disse que havia entrado apenas para agendar um atendimento, já que passava em frente do local e que cinco minutos não prejudicariam o seu trabalho. A prefeita do município de Farol, Dina Cardoso (PMDB), também foi procurada pela reportagem para comentar o assunto, mas não atendeu as ligações feitas para o seu telefone celular.

Fonte Gazeta do Povo

DESABAFO DE UMA PROFESSORA MUNICIPAL

Quero denunciar fatos/situações que ocorrem no Município de Pontal do Paraná, em especial Secretaria de Educação: – Nepotismo: Nesta secretaria trabalham o marido (José Mauro Batisttella), como motorista e seu filho (Ricardo Vella Battistella) Professor concursado de Paranaguá permutado com menos de um ano de nomeação, sob a chefia da Secretária de Educação Maria Angela Vella Battistella.
Ressalto que o marido é contratado por 40 hrs semanais, mas se trabalhar 20 é muito, horário especial, afinal é marido.
Além do uso de carro oficial, para transporte de sua filha Maíra Vella Batisttella que é estagiária da Secretaria de Ação Social através do curso de DIREITO, imagina se ela não entendesse das ilegalidades, o motorista que não é concursado como motorista e sim é Aux. de Serviços Gerais (Deividy Cabral) é sempre requisitado para apanhá-la em casa, ou em horários especiais, tirando-o de rota, como se fosse taxi.
Pergunto, não é proibido estar sob subordinação direta parentes, de primeiro, segundo graus? Pois o favorecimento é evidenciando em todos os momentos.
 Na mesma Secretaria acontecem outras irregularidades, tais como: Na licitação de fornecimento de cartuchos, o edital foi para CARTUCHOS NOVOS (originais), ou seja, não para cartuchos remanufaturados, é o que chega da empresa ECO PRINT de Matinhos, onde o servidor Henrique Carlesso da Silva os recebem com ordem da Diretora Administrativa Cristiane Pires Mendes e Maria Angela, também há troca de cartucho por impressora, pois a Secretaria paga não utiliza a demanda, e para compensar os valores é requisitado outros materiais, assim como a impressora multifuncional, verdadeira ilegalidade em relação a Lei 8.666.

 Muito comum os servidores realizarem sua jornada além do seu horário, sendo assim, como a Prefeitura não reconhece horas trabalhadas a MAIS, mas realiza desconto quando o servidor possui atrasos, existe um BANCO DE HORAS, vários ofícios da Secretaria de Educação informa o DRH, tais como o ofiício 094, 186, 235, 350, 459, 767/11, entre muitos outros, comprovando as horas que os servidores não recebem. Porém, se o servidor pudesse desfrutar do seu banco de horas, tudo bem, mas ele existe somente e tão somente para aqueles que são “apadrinhados”, pois tem muitas pessoas que excedem e não podem se quer reclamar, pois o assédio moral dentro da Prefeitura é muito comum, principalmente na Secretaria de Educação.

Outro fato são os convênios do contra turno, com o Colégio Absoluto, pois este mais parece um banco, onde todos os apadrinhados recebem uma parcelinha e fica nesta de que muitos trabalham e poucos são valorizados, mas o curioso é que o filho da então secretária, é concursado em Paranaguá com UM PADRÃO DE 20 HORAS como já mencionado, porém ele trabalha para o Contraturno, mas horas trabalhadas são apenas 20hs, e recebe pelos DOIS????? Também o Ricardo, trabalha em academia, sua academia, sei lá como conseguiu montar a mesma, deve ser dinheiro de ilícito, o interessante que era exatamente no horário que DEVERIA estar trabalhando para Pontal ou Paranaguá, pois ele deveria trabalhar 8hs diária, coisa que não faz, pois comentava “AGORA VOU SURFAR”!!!! Todas as atividades de contraturno e da permuta eram DIUTURNAMENTE, ele nunca foi trabalhar no EJA.
Muito se cobra dos professores (não apadrinhados) em relação a frequência, horário, mas o FILHO QUERIDINHO, não precisa nem mesmo ir registrar sua frequência.
A pessoa responsável para encaminhar o ofício à Paranaguá, havia que chamá-lo, pra assinar a mesma.Pessoa essa que se chama Tatiane, hoje trabalha na biblioteca cidadã de ipanema, ela pode comprovar tudo o que eu disse, ela se queixou que sofreu assédio moral, pela secretária, pela diretora Cristiane Pires Mendes, foi legítima vítima da máquina, e como viu demais, colocaram-na na geladeira.
E agora vendo que as coisas continuam acontecendo e ainda os colegas  sendo mais assediados moralmente e intimidados, resolvi reencaminhar a denúncia, pois assim como a denúncia das irregularidades do concurso foi resolvido, acredito que estas denúncias não irão passar despercebido. Aproveito para denunciar outra prática, o Banco Cruzeiro do Sul, firmou convênio com a Prefeitura e este passou a lesar os servidores da mesma, com empréstimos com descontos em folha sem solicitação, os servidores tenho em minha folha desconto de algo que não solicitei e a Prefeitura diz que é LEGAL. Certa de que serei atendida (mesmo correndo o risco de sofrer represálias) e que o respeito com o cidadão e dinheiro público deve ser prestado contas, faço votos de que as devidas providências sejam tomadas.
E o prefeito faz e acontece e a lei KADÊ?

FIM DA PARCERIA III

 

Conforme já anunciado, o Vereador Aramis Calixto (PSD), pediu exoneração em caráter irrevogável e irretratável do cargo de Secretário de Planejamento, hoje a tarde, sob  protocolo nr. 1417-2012.

 

Segundo fonte segura esse rompimento não é sómente político. Espera-se para próxima terça-feria, pronunciamneto bombástico de Aramis revelando detalhes desse rompimento.