FILA PARA EXAMES DE SAÚDE

Hoje compareci no laboratório conveniado com o muncípio para realização de exames de saúde, para verificar e tentar entender os motivos das constantes reclamações dos pacientes. 

Cheguei as 7:30 da manhã e la já estavam  mais de 40 pessoas para realizarem exames e  agendamentos.

Quando o  atendimento começou, já tinha mais de 60 pessoas, fiquei sabendo que 18 pessoas  estavam agendadas  seriam atendidas por primeiro, recebendo senhas, as demais deveriam se organizar em fila para efetuar o agendamento. A primeira pessoa da fila, uma senhora de aproximadamente 60 anos tinha chegado  as 5:00 da manhã  sendo  atendida as 9:08, mais de 4 horas de espera. Rapidamente a cota da semana acabou – somente 30 pacientes -. Os demais terão que retornar na próxima semana devendo chegar de madrugada para tentar agendar os exames.

Quem não tem “pressa” desses exames tem a opção de agendar no Posto de Saúde em Ipanema que hoje estavam sendo marcados para dia 28 de junho.

Enquanto acompanhava todo esse drama dos pacientes  recebi denúncias e perguntas de  toda ordem que certamente apresentarei a secretaria de saúde quando ela comparecer na Camara na próxima semana.

Mas essa triste situação não pode perdurar até lá. Nossos pacientes, especialmente idosos, grávidas e crianças não podem continuar merecendo esse “tratamento”.

 

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TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO PARANÁ RECEBE DENÚNCIA DE CRIME CONTRA PREFEITO RUDISNEY GIMENES


DENÚNCIA CRIME Nº 736.810-3, DA VARA
CRIMINAL E ANEXOS DA COMARCA DE
MATINHOS
DENUNCIANTE: MINISTÉRIO PÚBLICO DO
ESTADO DO PARANÁ
DENUNCIADO: RUDISNEY GIMENES
RELATORA: DESª LIDIA MAEJIMA
DENÚNCIA CRIME. PREFEITO MUNICIPAL. ART.
14, DA LEI 10.826/2003. PORTE ILEGAL DE
ARMA DE FOGO. 1- DENÚNCIA FORMALMENTE
PERFEITA. OBSERVÂNCIA DA REGRA DO
ARTIGO 41, DO CÓDIGO DE PROCESSO
PENAL. 2- ALEGADA AUSÊNCIA DE DOLO.
QUESTÃO NÃO DEMONSTRADA DE PLANO,
QUE IMPORTA NA ANÁLISE DO MÉRITO DA
AÇÃO. NECESSIDADE DE INSTRUÇÃO
PROBATÓRIA. APLICAÇÃO DO PRINCÍPIO IN
DUBIO PRO SOCIETATE. DENÚNCIA
RECEBIDA, SEM AFASTAMENTO DO CARGO.
VISTOS, relatados e discutidos estes autos de
Denúncia Crime nº 736.810-3, da Vara Criminal e Anexos da Comarca de
Matinhos, em que é Denunciante MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO
PARANÁ e Denunciado RUDISNEY GIMENES.


I – RELATÓRIO


 RUDISNEY GIMENES, brasileiro, casado,
Prefeito do Município de Pontal do Paraná, natural de Mandaguari/PR,
nascido em 22.02.1950, filho de Thodócio Gimenes Junior e de Ludovina
Galvis Gimenes, portador do RG/PR nº 670.879, e inscrito no CPF sob o nº
230.979.739-15, residente e domiciliado na Rua Baronesa do Cerro Azul, 468,
bairro Balneário de Praia de Leste, no Município de Pontal do Paraná, por
infração ao art. 14, da Lei 10.826/2003, em razão dos seguintes fatos:


“No dia 19 de novembro de 2009, por volta das 17h30min. o
denunciado Rudisney Gimenes conduzia seu veículo
Chevrolet Astra, placas BES-0535, no início da Rua João
Leopoldo Jacomel e, ao chegar à esquina da Av. Jacob
Macagnan, Município de Pinhais, Paraná, avançou o sinal
vermelho e foi flagrado pela Polícia Militar, sendo obrigado a
parar.
Em decorrência desta abordagem a Polícia Militar constatou
que o denunciado Rudisney Gimenes transportava, sem ter
autorização legal para tanto, embaixo do tapete do banco do
motorista, o revólver Marca Rossi, calibre 38, número de série
W015685, com dez munições intactas do mesmo calibre
(cinco delas no revólver e cinco de reserva acondicionadas
num coldre), conforme documentado no auto de exibição e
apreensão de fls. 05.
O denunciado apresentou apenas um registro antigo e na
ocasião já sem validade da referida arma de fogo, feito em
1996 pela Polícia Civil do Paraná (documento de fl. 31), e
também outro registro provisório, feito na Polícia Federal em
29.12.2008, e válido apenas por 90 (noventa) dias

(documento de fl. 30) – portanto, igualmente vencido já na
ocasião da abordagem. Estes dois registros vencidos eram
apenas para a posse da arma de fogo em questão, isto é,
para tê-la dentro de sua residência ou no local de trabalho,
sendo ele o titular ou responsável pelo estabelecimento ou
empresa.
Assim, na data em que foi flagrado portando ilegalmente a
arma de fogo de uso permitido acima referida, o denunciado
não tinha autorização legal para a posse desta ou de qualquer
outra arma de fogo dentro de casa ou local de trabalho, nem
tampouco para o porte (isto é, fora de casa ou do local de
trabalho) da mesma ou de qualquer outra arma de fogo.”


Notificado, o denunciado apresentou defesa
preliminar (fls. 138/143), ocasião em que postulou pelo não recebimento da
denúncia ante a ausência do elemento subjetivo do tipo, tendo em vista que,
em momento algum teve a intenção de infringir a legislação penal.
Assevera que, já havia tomado todas as medidas
possíveis para o registro do revólver e obtenção do porte de armas,
ressaltando que “em momento algum quis contrariar a norma jurídica, posto
concluir que com as providências exigidas pela legislação adotadas pelo
mesmo, acreditava agir em conformidade com a lei” (fls. 142).
A Procuradoria de Justiça, às fls. 163, pugna pelo
recebimento da denúncia, tendo em vista a satisfação dos requisitos do art.
41, do Código de Processo Penal.
É o breve relatório.

III – DISPOSITIVO
Por estas razões, ACORDAM os Desembargadores
integrantes da 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do
Paraná, em composição integral, por unanimidade, em receber a denúncia,
sem o afastamento do cargo, tudo nos termos do voto do relator.
Participaram do julgamento os Desembargadores
VALTER RESSEL (Presidente, com voto), LIDIO JOSÉ ROTOLI DE
MACEDO, JOSÉ MAURICIO PINTO DE ALMEIDA, bem como o Juiz
Substituto de 2º Grau Doutor HORÁCIO RIBAS TEIXEIRA.
Curitiba, 29 de março de 2.012.
Des. LIDIA MAEJIMA
Relatora

O documento na íntegra poderá ser obtido no site www.tjpr.jus.br
.

Subsea 7 vai erguer no Rio fábrica que planejava para o Paraná

A LLX Logística, uma das empresas criadas pelo bilionário Eike Batista, informou que sua subsidiária LLX Açu Operações Portuárias celebrou com a Subsea 7 do Brasil Serviços contrato para arrendamento de área no Superporto do Açu, localizado no norte do Rio de Janeiro. O local abrigará uma unidade para fabricação e revestimento de dutos rígidos submarinos de grande extensão utilizados na indústria offshore de petróleo e gás.

Inicialmente, a Subsea 7 planejava construir essa fábrica em Pontal do Paraná, no litoral paranaense, mas não conseguiu a licença ambiental necessária.

O contrato com a Subsea 7 garante à LLX uma receita de aproximadamente R$ 21 milhões por ano com aluguel de área e utilização de infraestrutura pelos próximos dez anos. Segundo fato relevante da LLX, a unidade da Subsea 7 ocupará uma área na entrada do canal do TX2, em sua margem sul, e terá um píer de 250 metros de extensão que contará com dois berços para atracação de embarcações. A empresa tem o início de suas atividades previsto para 2014.

Com 8 milhões de metros quadrados de área, o TX2 possui 2 milhões de metros quadrados para a instalação de indústrias, dos quais 500 mil metros quadrados já alugados.

Fonte RPC

ALUNOS SEM TRANSPORTE ESCOLAR

Logo após a sessão da Camara , 29 de maio, fui procurado por uma mãe angustiada pela suspensão  do  transporte escolar  dos alunos da Ilha do Maciel até Pontal do Sul. O transporte é por via maritima.

Me afirmou que na sexta feira, os pais  foram comunicados  pelo barqueiro que o transporte dos 20 alunos da ilha não mais seria realizado, pois estava sem receber o pagamento pelo serviço há mais de 4 meses.

O desespero dessa mãe se agravou, pois nessa segunda feira  sómente 12 alunos couberam  numa “canoinha a remo”, e no trajeto quando cruzaram com um barco a motor, a marola quase virou  a “canoinha”.

Essa atitude de cortar verbas para o transporte escolar não é novidade do prefeito Rudisney Gimenes, em 2009 se não fosse a Camara efetuar o apagamento do transporte escolar, os alunos de Pontal do Paraná ficariam os últimos 40 dias letivos do ano sem o referido transporte.

Não consigo entender decisão absurda do prefeito, pois a prefeitura possui  R$ 20,4 milhões de reais rendendo juros em bancos.

 

KIT ESCOLAR INCOMPLETO

Em Janeiro de 2012, o prefeito  Rudisney Gimenes , através de licitação adquiriu Kit Escolar Escolar para os alunos da rede pública Municipal, vamos conferir o que foi “comprado”:

3.300 agendas escolar, formato 105×48, capa dura plastificada, com dados pessoais, calendário, etc… pelo preço de R$  42.900,00

6.000 apontadores escolar com depósito em resina plástica com lamina de aço inox   – R$ 1.800,00

4.800 borrachas branca látex macia, apaga sem agredir papel  – R$ 780,00

9.000 cadernos aritmética (brochura) 96 folhas, capa off-set – R$ 9.000,00

2.200 cadernos Caligrafia (brochura) 40 folhas, capa off-set -R$ 2.200,00

2.000 cadernos Desenho (brochura) 40 Folhas, capa off-set – R$ 2.000,00

13.000 cadernos Linguagem (brochura)  96 folhas, , capa off-set – R$ 13.000,00

9.000 canetas esferográficas, cor preta e azul – R$ 3.600,00

4.000 colas branca 90 grs, a base de água – R$ 4.800,00

 1.100 giz (caixa)de cera grosso longo varias cores – R$ 1.650,00

4,500 lápis cor (caixa), formato hexagonal, atóxico – R$  11.925,00

10.000 lápis preto hexagonal flexível – R$ 2.000,00

3.000 réguas 30 cms poliestireno – R$ 1.350,00

4.000 tesouras escolar em aço inox, cabo  polipropileno preto – R$ 5.200,00

TOTAL DA AQUISIÇÃO  – R$ 97.005,00

Agora vejamos o que está sendo distribuído nesse mes :

02 lápis preto

02 borrachas

01 tesoura

01 caderno de caligrafia

02 cadernos de matemática

03 cadernos de linguagem

Onde está os demais materiais do kit escolar que deveria ser distrbuído no início do ano letivo ?

VIOLÊNCIA E IMPUNIDADE EM SHANGRI-LÁ

dona de casa de 66 anos é gravemente agredida por assessora de vereadora no balneário.

Na manhã deste último sábado (26/05) Andréia Veiga assessora da vereadora Laura, após um

desentendimento de vizinhos agrediu com socos e ponta pés a dona de casa Luci Rosa Oliveira.

A agressora já é reincidente em confusões, bate bocas e  brigas, pois diz que pode fazer o que quiser uma vez que tem o aval e as costas quentes com a vereadora Laura.

A agressão ocorreu por volta das 9:30 da manhã e foi assistida por toda a vizinhança e teve como principal espectadora a netinha de 4 anos de idade que está traumatizada com o ocorrido e repete a história várias vezes, dizendo: ” a vovó vai morrer, eu não quero que a minha vovó morra!”

Luci Oliveira, de 66 anos de idade foi atendida pelo SIATE e levada para o posto de saúde de Praia de Leste. Após receber os primeiros socorros, foi encaminhada para o Hospital Regional de Paranaguá.

O QUE ESTÁ ACONTECENDO EM SHANGRILÁ???

COSTAS QUENTES? FAVORECIMENTO? PESSOA DE CONFIANÇA?  ABUSO DE PODER?

É essa a pessoa que a vereadora Laura indicou para representá-la perante a comunidade?

Esse poder realmente foi concedido? Cadê o Estatuto do Idoso?

Pedimos justiça, segurança e esclarecimento dos fatos! O Boletim de ocorrência foi feito junto a polícia militar e um segundo B.O será feito na polícia Civil nesta segunda-feira.

Andréia Veiga foi vista por populares em sua residência gozando de seu poder supremo e confiando que mais esse fato ficará impune perante a Justiça.

Raphael Braga Côrtes