Coligação Marcos Casquinha não recorreu ao TSE e processo retorna para Comarca de Matinhos que julgara pedido de cassação 

Quando completou 100 dias de administração a gestão Marcos Casquinha e Fábio Oliveira vem enfrentando algumas turbulências administrativas e na Justiça Eleitoral.
Recursos apresentados durante a campanha eleitoral , onde acusava a coligação Marcos Casquinha de realizar eventos e despesas de campanha sem abrir conta bancária e CNPJ,voltaram ao noticiário.
As alegações foram aceitas pela justiça eleitoral que considerou as provas licitas e aplicou multa a coligação a qual recorreu da decisão ao TRE e em três julgamentos foi mantido por unanimidade a decisão do Juiz da Comarca de Matinhos.
O Departamento Jurídico de Marcos Casquinha decidiu não recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em Brasília.
A partir de agora o processo retorna a Comarca de Matinhos , 194 zona eleitoral.

Os advogados da coligação Edgar Rossi , irão solicitar esta semana, que o Juiz eleitoral faça a juntada ao processo que já transito em julgado , dando ganho de causa, considerando as provas licitas.
Em 28 de Dezembro , dentro do prazo eleitoral a coligação Edgar Rossi entrou com pedido de investigação de crime eleitoral de caixa 2 e pediu a juntada dos processos que estavam sendo analisados em grau de recurso no TRE.

Agora o Juiz eleitoral Dr Ricardo José Lopes ira dar sequência ao pedido de providências e julgara se as provas tem impacto suficiente para cassação de Marcos Casquinha.
Fica a pergunta !!! , se as provas foram consideradas lícitas (legais) e não podem serem mais discutidas , já transitou em última instância .
Se condenado pelo crime de caixa 2 , Marcos Casquinha e o vice Fábio Oliveira serão afastados da função, terão a diplomação cassada, ficando inelegíveis por 8 anos.